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Mostrando postagens com o rótulo Turismo

O motor de ouro da nova zona portuária do Rio

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Por Bruno Neves O cenário na Praça Mauá mudou. Onde antes se via o concreto cinzento do Elevado da Perimetral, hoje o horizonte é dominado por verdadeiras cidades flutuantes que atracam no Píer Mauá. Na temporada de cruzeiros 2025/2026, o Rio de Janeiro reafirma sua posição como a principal joia da coroa do turismo marítimo na América do Sul, transformando a Zona Portuária em um pulmão financeiro vital para a cidade. Os números impressionam até os economistas mais céticos. Estima-se que, até o fechamento da temporada em abril de 2026, mais de 240 mil turistas terão passado pelo terminal, injetando aproximadamente R$ 193 milhões na economia local. Somente no mês de janeiro, o fluxo de 60 mil visitantes gerou um impacto direto de R$ 48 milhões. O impacto não é apenas macroeconômico, ele é sentido no chão da praça. Cada cruzeirista gasta, em média, R$ 670 por dia em cidades de escala. Esse valor se pulveriza entre o setor de serviços, bares, restaurantes e, fundamentalmente, as atrações c...

O Short Stay entre a Eficiência Paulista e a Rentabilidade Carioca

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Por: Bruno Neves No último ano, o mercado imobiliário brasileiro testemunhou uma consolidação sem precedentes do modelo de locação por curta temporada. Para o investidor que foca em unidades compactas, os populares studios e apartamentos de um dormitório que acomodam até quatro pessoas, a decisão de onde alocar capital tornou-se um exercício de estratégia, buscar a constância do maior mercado da América Latina ou o prêmio de valor do mercado Carioca ? Os dados dos últimos 12 meses revelam que, embora São Paulo e Rio de Janeiro compartilhem o protagonismo, elas operam em frequências financeiras distintas. A capital paulista se posiciona como o maior ecossistema de short stay do país. Com um impressionante inventário de 8.317 anúncios ativos voltados para este perfil, a cidade gerou uma receita total de R$ 531 milhões no último ano. O grande trunfo de São Paulo é a sua Taxa de Ocupação de 64% . Esse número, o maior entre as duas capitais, é sustentado por uma demanda híbrida, o turis...

Como a Lobie alcançou 80,36% de ocupação média no Rio de Janeiro em 2025

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Por Bruno Neves Enquanto o mercado hoteleiro tradicional e o setor de locação por temporada buscam fórmulas para lidar com a volatilidade econômica e a sazonalidade, a Lobie, operadora especializada em gestão inteligente de propriedades, acaba de divulgar um número que balança as expectativas do setor, uma taxa de ocupação média consolidada de 80,36% em suas unidades operacionais no Rio de Janeiro em 2025. O resultado não impressiona apenas pelo valor absoluto, mas pela abrangência geográfica. O índice reflete a performance equilibrada em três eixos estratégicos da capital fluminense: o Centro, a Zona Sul e a Barra da Tijuca. Diferente da hotelaria convencional, que muitas vezes opera com médias oscilando entre 55% e 65%, a Lobie parece ter decifrado o código da ocupação resiliente. O segredo, segundo analistas da marca, reside na tecnologia de precificação dinâmica e em uma visão de portfólio que anula os pontos cegos da sazonalidade. No Rio de Janeiro, uma cidade marcada por picos tu...

Rio, São Paulo e Salvador Redefinem o Turismo Brasileiro em 2026

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Por: Bruno Neves O turismo no Brasil deixou de ser uma questão de sol e praia para se tornar uma complexa engrenagem de consumo de experiência. Em 2026, o comportamento do viajante nas três principais metrópoles do país, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, revela um abismo de motivações e, consequentemente, de gastos. Enquanto o Rio consolida sua imagem de luxo relaxado, São Paulo se firma como a capital do gasto de alto valor e Salvador emerge como o destino de maior eficiência entre custo e cultura. No Rio, o comportamento do turista é marcado pela dualidade. Com um gasto médio diário que flutua entre US$ 125 e US$ 225 , o visitante pratica o que especialistas chamam de High-Low . Ele está disposto a investir pesado em uma hospedagem com vista para o mar em Ipanema, gastando até US$ 110 por diária, mas equilibra o orçamento com o estilo de vida ao ar livre, onde o custo de estar na cidade é baixo. A grande mudança dos últimos anos no Rio foi a Gourmetização da Orla . O antigo quio...