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Botafogo Consolida-se como Hub de Investimento com o Lançamento do Guima

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Por: Bruno Neves Estudo de Rentabilidade O mercado de short stay no Rio de Janeiro vive seu melhor momento histórico, impulsionado por um 2025 que registrou o recorde de 2,2 milhões de turistas internacionais . Enquanto o Leblon e Ipanema atingem tetos de preço que desafiam a rentabilidade, Botafogo emerge como o porto seguro da rentabilidade inteligente. Diferente de São Paulo, onde os micro-apartamentos de 18 m² dominam, a legislação do Rio impõe uma Área Útil maior . Somado às restrições de gabarito da APAC de Botafogo , o resultado é uma escassez crônica de unidades compactas modernas. Em um bairro onde a maioria dos prédios é da década de 70, com plantas grandes e custos de manutenção elevados, o lançamento de studios com gestão profissional torna-se uma anomalia de mercado positiva , afirma o setor de inteligência da Lobie. O Guima , novo projeto da Liga , chega ao mercado como uma resposta direta a essa demanda reprimida. Ele se destaca por oferecer o que o hóspede de 2026 bus...

A estratégia que redefine o investimento imobiliário no Rio

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Por Bruno Neves Estudo de rentabilidade Rebouças - TGB No mapa do Rio de Janeiro, o Rio Comprido sempre foi reconhecido pela sua funcionalidade logística. Como a principal artéria de ligação entre o Centro e a Zona Sul, o bairro pulsa ao ritmo da conectividade urbana. É precisamente neste ponto nevrálgico que surge o Rebouças Residencial, um projeto que transforma a percepção da região, de um corredor de passagem para um destino de alta performance imobiliária. O empreendimento, desenvolvido pela TGB, foi concebido sob uma tese de investimento, o aproveitamento máximo da localização através de um modelo de gestão moderna. O grande diferencial do Rebouças Residencial reside na sua operacionalidade de ponta a ponta. Em parceria com a Lobie, o projeto oferece uma solução completa que desonera o proprietário. Diferente da locação tradicional, aqui a gestão é integral, abrangendo desde o papel de síndico profissional do condomínio até os detalhes da unidade individual. Para o hóspede, o ser...

Como a Tokenização transforma studios short stay em ativos de alta liquidez

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Por Bruno Neves   O mercado imobiliário brasileiro está atravessando uma mudança de paradigma. A tradicional compra de tijolo para renda de aluguel está sendo otimizada pela tecnologia blockchain. Para o investidor de studios, unidades compactas de alta rotatividade, essa evolução resolve o maior problema do setor, a falta de liquidez imediata. Diferente das criptomoedas como o Bitcoin, os tokens imobiliários são classificados como RWA (Real World Assets). Isso significa que cada fração digital emitida possui um lastro jurídico e físico. O token não nasce do nada. Ele representa um direito real, um usufruto ou um título de dívida conversível, registrado em cartório e vinculado à matrícula de um imóvel específico. Caso a plataforma de tecnologia deixe de existir, o ativo físico permanece. O investidor detém a posse legal de uma fração do imóvel, garantida pela legislação brasileira de valores mobiliários (CVM) e pelo Código Civil. Studios voltados para locação de curta temporada via...

O que fez o Rio valorizar ou desvalorizar entre 2021 e 2026

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  Por Bruno Neves Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário do Rio de Janeiro deixou de ser um bloco monolítico. Enquanto o índice FipeZAP apontava uma média de crescimento, os bastidores revelavam um fenômeno de gentrificação seletiva e depreciação por risco. Para entender como chegamos a 2026 com bairros vizinhos apresentando performances tão opostas, é preciso mergulhar nos detalhes técnicos e sociais que moveram os ponteiros do mercado. Nestes bairros, a valorização não é fruto de especulação, mas de uma impossibilidade física. Com o esgotamento de terrenos, a única forma de construir é através da compra e demolição de prédios antigos. Entre 2023 e 2025, o fenômeno dos Condomínios Boutique, prédios com poucas unidades e metragens generosas ou studios de altíssimo padrão empurrou o preço médio para além da barreira dos R$ 25.000 m² . Os Imóveis valorizaram pela entrada de capital estrangeiro e fundos imobiliários que veem no quadrilátero de ouro um porto seguro contra a vola...

Por que o Short Stay não performa em todas as cidades?

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Por: Bruno Neves O mercado de short stay deixou de ser uma promessa para se tornar o principal motor do setor imobiliário brasileiro. No entanto, um olhar atento aos dados revela uma realidade geográfica seletiva, enquanto algumas cidades experimentam um boom de novos empreendimentos, outras permanecem em um hiato de desenvolvimento. Abaixo, analisamos os motivos que explicam essa disparidade, baseados nas tendências de mercado e nas barreiras estruturais que impedem a expansão desse modelo para o interior e cidades de pequeno porte. O desenvolvimento do short stay em 2026 está concentrado onde a liquidez e a profissionalização se encontram. Segundo dados recentes, o estado de Santa Catarina e a cidade de São Paulo lideram o ranking de Retorno sobre Investimento. As cidades de Itapema, Balneário Camboriú e Florianópolis alcançaram o padrão ouro do setor. Com rentabilidades que superam 16% ao ano, o sucesso catarinense deve-se a um tripé de infraestrutura turística, segurança jurídica...

O motor de ouro da nova zona portuária do Rio

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Por Bruno Neves O cenário na Praça Mauá mudou. Onde antes se via o concreto cinzento do Elevado da Perimetral, hoje o horizonte é dominado por verdadeiras cidades flutuantes que atracam no Píer Mauá. Na temporada de cruzeiros 2025/2026, o Rio de Janeiro reafirma sua posição como a principal joia da coroa do turismo marítimo na América do Sul, transformando a Zona Portuária em um pulmão financeiro vital para a cidade. Os números impressionam até os economistas mais céticos. Estima-se que, até o fechamento da temporada em abril de 2026, mais de 240 mil turistas terão passado pelo terminal, injetando aproximadamente R$ 193 milhões na economia local. Somente no mês de janeiro, o fluxo de 60 mil visitantes gerou um impacto direto de R$ 48 milhões. O impacto não é apenas macroeconômico, ele é sentido no chão da praça. Cada cruzeirista gasta, em média, R$ 670 por dia em cidades de escala. Esse valor se pulveriza entre o setor de serviços, bares, restaurantes e, fundamentalmente, as atrações c...

O Short Stay entre a Eficiência Paulista e a Rentabilidade Carioca

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Por: Bruno Neves No último ano, o mercado imobiliário brasileiro testemunhou uma consolidação sem precedentes do modelo de locação por curta temporada. Para o investidor que foca em unidades compactas, os populares studios e apartamentos de um dormitório que acomodam até quatro pessoas, a decisão de onde alocar capital tornou-se um exercício de estratégia, buscar a constância do maior mercado da América Latina ou o prêmio de valor do mercado Carioca ? Os dados dos últimos 12 meses revelam que, embora São Paulo e Rio de Janeiro compartilhem o protagonismo, elas operam em frequências financeiras distintas. A capital paulista se posiciona como o maior ecossistema de short stay do país. Com um impressionante inventário de 8.317 anúncios ativos voltados para este perfil, a cidade gerou uma receita total de R$ 531 milhões no último ano. O grande trunfo de São Paulo é a sua Taxa de Ocupação de 64% . Esse número, o maior entre as duas capitais, é sustentado por uma demanda híbrida, o turis...

Como a Lobie alcançou 80,36% de ocupação média no Rio de Janeiro em 2025

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Por Bruno Neves Enquanto o mercado hoteleiro tradicional e o setor de locação por temporada buscam fórmulas para lidar com a volatilidade econômica e a sazonalidade, a Lobie, operadora especializada em gestão inteligente de propriedades, acaba de divulgar um número que balança as expectativas do setor, uma taxa de ocupação média consolidada de 80,36% em suas unidades operacionais no Rio de Janeiro em 2025. O resultado não impressiona apenas pelo valor absoluto, mas pela abrangência geográfica. O índice reflete a performance equilibrada em três eixos estratégicos da capital fluminense: o Centro, a Zona Sul e a Barra da Tijuca. Diferente da hotelaria convencional, que muitas vezes opera com médias oscilando entre 55% e 65%, a Lobie parece ter decifrado o código da ocupação resiliente. O segredo, segundo analistas da marca, reside na tecnologia de precificação dinâmica e em uma visão de portfólio que anula os pontos cegos da sazonalidade. No Rio de Janeiro, uma cidade marcada por picos tu...

Brasil diante de uma demanda aérea que dobrará até 2050

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Por Bruno Neves O setor aéreo global está em um ponto de inflexão. Segundo os estudos mais recentes da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a demanda por viagens aéreas no mundo deve mais do que dobrar nos próximos 25 anos, saltando de 9 trilhões de passageiros-quilômetros pagos (RPKs) em 2024 para impressionantes 20,8 trilhões em 2050 . Para o Brasil, esse crescimento não é apenas um número estatístico, mas um desafio de infraestrutura, sustentabilidade e soberania logística. Diferente de crises passadas, o cenário pós-pandemia revelou uma lacuna persistente. O estudo da IATA confirma que o setor não retornará à curva de crescimento linear atrelada ao PIB que víamos antes de 2020. Estamos entrando em uma fase de maturidade de mercado , onde o crescimento global médio deve se estabilizar em 3,1% ao ano . No Brasil, essa moderação exige que as companhias e o governo olhem para além dos números brutos e foquem na eficiência. Internamente, o Brasil vive uma dualidade. Enqu...