Botafogo Consolida-se como Hub de Investimento com o Lançamento do Guima
Por: Bruno Neves
O mercado de short stay no Rio de Janeiro vive seu melhor momento histórico, impulsionado por um 2025 que registrou o recorde de 2,2 milhões de turistas internacionais. Enquanto o Leblon e Ipanema atingem tetos de preço que desafiam a rentabilidade, Botafogo emerge como o porto seguro da rentabilidade inteligente.
Diferente de São Paulo, onde os micro-apartamentos de 18 m² dominam, a legislação do Rio impõe uma Área Útil maior. Somado às restrições de gabarito da APAC de Botafogo, o resultado é uma escassez crônica de unidades compactas modernas.
Em um bairro onde a maioria dos prédios é da década de 70, com plantas grandes e custos de manutenção elevados, o lançamento de studios com gestão profissional torna-se uma anomalia de mercado positiva, afirma o setor de inteligência da Lobie.
O Guima, novo projeto da Liga, chega ao mercado como uma resposta direta a essa demanda reprimida. Ele se destaca por oferecer o que o hóspede de 2026 busca e o que o investidor raramente encontra na região:
O projeto consegue navegar pelas restrições da APAC, entregando unidades que atendem ao padrão de 25 m²+, mas com design focado em funcionalidade extrema.
Estrategicamente posicionado próximo ao polo gastronômico, o Guima captura o público que gerou a taxa de ocupação de 97% no último Carnaval, o visitante que quer a vibe de Botafogo, mas não abre mão de um prédio com infraestrutura tecnológica.
Enquanto o aluguel convencional no Rio gira em torno de 0,4% a 0,5% a.m., unidades como as do Guima, sob gestão de short stay, têm potencial para buscar entre 0,8% e 1,2% líquidos, aproveitando a diária média de Botafogo que já se estabilizou na casa dos R$ 350 a R$ 480.
As últimas pesquisas da Ademi-RJ apontam que apartamentos compactos e de luxo são os motores do setor em 2026. Em Botafogo, a valorização do metro quadrado é sustentada pela falta de terrenos.
O Guima não é apenas mais um prédio; é um ativo escasso. Em um bairro onde a lei dificulta o novo, quem detém a unidade compacta moderna detém a liquidez..png)
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